Flores de Courgette recheadas com requeijão no forno... e uma cozinha com janela de calha


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Um fim de semana no campo serve de bálsamo à alma, renova-nos o estado de espírito e reaviva-nos as forças. 

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Se outrora amava a cidade, cada vez mais anseio a pacificidade e tranquilidade do campo. Os meus olhos deambulam pelas vinhas, pelas fazendas repletas de árvores carregadas de frutos, pelas flores silvestres.

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Uma casa por aqui e por ali e, pelo meio, avisto um daqueles casarões antigos com telhados de telha vermelha e heras que se assomam pelas paredes e janelas. E de imediato imagino-me ali, numa cozinha com janela de calha e um forno a lenha, uma mesa rústica no jardim e, quem sabe, um baloiço de madeira numa árvore. 

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Talvez a vida me presenteie com o que tanto sonho. Talvez um dia possa ter o meu próprio jardim de onde colha o meu manjericão e salva diretamente da terra. Talvez consiga ainda ver as minhas crianças pequenas correr e brincar como merecem enquanto, lá dentro na minha cozinha com a janela de calha, amasso o pão para o lanche deles. 

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Mas enquanto esse dia não chega dou-me por muito feliz com as flores de courgette lindas que o sogro carinhosamente colhe para me fazer a vontade. Com o manjericão, a salva e o tomilho limão que planta apenas porque lhe pedi. E por entre os aromas maravilhosos que, na minha casa da cidade, me fazem recordar o campo vou sonhando com aquele que espero vir a ser o meu futuro próximo.  

Ingredientes


  • 8 a 10 flores de courgette pequenas
  • 1 requeijão (ou ricotta)
  • 4 folhas de salva pequenas + 6 folhas
  • 2 folhas de salva ananás
  • 2 folhas de mangericão
  • 1 c. café de sal
  • 1 fio de azeite

Para a salada


  • Folhas de alface
  • 4 rodelas finas de pepino
  • 6 folhas de salva ananás
  • 1 c. chá de tomilho limão
  • 1 c. sopa de azeite
  • 1 c. chá de vinagre balsâmico
  • 1 c. chá de mel
  • sal a gosto

Preparação

1. Lavar muito bem as flores e remover o interior com muito cuidado para não rasgar as pétalas delicadas. Colocar numa folha de papel absorvente para escorrer bem a água.

2. Numa taça envolver o requeijão e as folhas de salva, salva ananás e mangericão bem picadinhas. Temperar com o sal. Rechear cada flor com o requeijão e enrolar as folhas.

3. Num tabuleiro pincelar o azeite e colocar as flores, rolando-as para que fiquem cobertas com o azeite.  Colocar as restantes folhas de salva. Levar ao forno a 200º cerca de 15 a 20 minutos.

4. Depois de ligeiramente arrefecidas as flores montar a salada com a alface, pepino, salva ananás e o tomilho limão. Misturar o azeite, vinagre, mel e sal mexendo muito bem e regar a salada. Por cima dispor as flores de courgette e as folhas de salva estaladiças.




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 Bom apetite, Su


Crumble de pêra e lavanda... e o menos óbvio de tudo


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 A vida é mesmo assim. Nem sempre o mais óbvio ou aquilo que nos parece mais provável é o que acaba por definir o percurso que seguimos.

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Mas é também essa a beleza da vida. O desconhecermos o futuro e imaginarmos tudo aquilo que ele nos poderá reservar. O anteciparmos como seremos e onde estaremos daqui a alguns anos.
Imagino-me com os meus três filhotes, ou quem sabe com quatro ou cinco {sim amor, já posso imaginar a tua gargalhada de satisfação},  numa casa enorme com um relvado imenso e um husky de orelhas fofas.

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Imagino-me, a gerir a decoração dos casamentos que iremos fotografar, uma agenda cheia e um escritório onde me poderei dedicar integralmente a este projeto que me diz cada vez mais e mais.

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E se por vezes hesitamos e duvidamos daquilo que poderá ser, o melhor mesmo é colocar tudo isso para trás das costas e agarrarmos de frente o que realmente desejamos, porque só assim o poderemos ter.

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Tal como um crumble nada convencional que se revelou, sem réstia de dúvida, no melhor crumble que comi até hoje. 
E tudo porque decidi não fugir daquilo que realmente desejei... a vida é mesmo assim, nem sempre o mais óbvio é o melhor.


    

Ingredientes


  • 1/3 chávena de amêndoas laminadas
  • 1/4 chávena de açúcar
  • 1 chávena de farinha
  • 1 pitada de sal
  • 3 c. sopa de creme vegetal
  • 5 pêras williams 
  • 2 c. sopa de creme vegetal
  • 2 c. sopa de açúcar mascavado
  • 2 c. sopa de xarope de agáve (ou mel)
  • 1 c. chá de lavanda
  • 1 c. chá de folhinhas de tomilho-limão

Preparação

1. Misturar a farinha, açúcar, amêndoas e sal. Incorporar o creme vegetal com as mãos até que se forme o crumble.

2. Numa frigideira derreter o restante creme vegetal e juntar o açúcar mascavado. Juntar a pêra partida e envolver bem. Adicionar o xarope, o tomilho e a lavanda e deixar cozinhar cerca de 2 a 3 minutos.

3. Colocar a pêra numa forma e cobrir com o crumble. Levar ao forno cerca de 15-30 minutos até dourar. 

Receita adaptada daqui

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 Bom apetite, Su


Scones Integrais de Tomilho Limão... e aquilo que agora importa


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Chega uma altura na vida em que olhamos à nossa volta e percebemos o quanto mudámos, o quanto mudaram as nossas ambições, perceções e horizontes. 
Não sei em que momento exato eu mudei, não sei se foram os anos que me trouxeram mais maturidade, se foram os filhos, se foi o estado do tempo. 

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Mas sei que mudei. Para melhor. Para muito melhor. 

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Aquilo que outrora me pareceu tão vital e importante, passou para segundo plano, para aquele plano que apenas existe como uma necessidade ou um meio para atingir o fim. E o fim, curiosamente, passou a ser o início, a verdadeira essência e beleza da vida. 

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Há mil e uma coisas que deixaram simplesmente de ser importantes. Não me importa qual o modelo do carro que conduzo, importa-me antes se tem ou não cortinas tapa sol. Não me importa sair à noite até o sol nascer, importa-me muito mais uma boa noite de sono e mais ainda ser acordada com festas por pequenas mãos que acarinham de forma tão inocente.

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Não me importa aquilo que não está ao meu alcance, importa-me muito mais valorizar aquilo que está.  

Não me importa comprar uma casa moderna e citadina, importa-me milhões de vezes mais que seja grande, que tenha relva para eles correrem e brincarem, que tenha uma cozinha enorme com luz para podemos sujá-la todos juntos, enquanto rimos e somos família... enfim, importa-me mais do que tudo, que sejam felizes.

Receita na edição de Julho da revista Activa

Ingredientes


  • 2 chávenas de Farinha de Centeio
  • 1 chávena de Farinha integral 
  • 4 c. chá de fermento em pó 
  • 1 c. chá de sal . 1/3 chávena de azeite 
  • 4 c. chá de alecrim picado 
  • 4 c. chá de tomilho limão + algumas folhas para guarnecer 
  • 2 c. sopa sementes de chia 
  • ¾ chávena de iogurte grego 
  • Leite magro

Preparação

1. Numa taça misturar as farinhas, o fermento e o sal. Juntar o azeite e envolver com os dedos. 

2. Juntar as ervas e as sementes e envolver bem. Juntar o iogurte e misturar até formar uma bola (se necessário adicionar um pouco de leite). Ter o cuidado de não trabalhar demasiado a massa para não ficar dura. 

3. Estender a massa com cerca de 5 cm e cortar com um cortador redondo (ou outra forma qualquer). Dispor num tabuleiro com papel vegetal. 

4. Pincelar cada scone com um pouco de leite e por cima colocar algumas folhas de tomilho. Levar ao forno a 220º cerca de 15 minutos. Deixar arrefecer numa grelha. 




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 Bom apetite, Su


Papas de aveia com puré de pêra e baunilha... para o lanche das bebés


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Às vezes  dou por mim aborrecida - aí algures naqueles 5 minutos em que os miúdos estão todos a dormir ao mesmo tempo e o maridinho aproveita para ver a fórmula 1 {ou os Francescos como o meu filhote lhes chama} - e dou por mim a tentar encontrar algo para me ocupar.

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Um bolo talvez?! Rapidamente desisto ao pensar no tempo que me levaria a fazê-lo e no fato de as bailarinas estarem prestes a acordar para lanchar. 

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Uhmm.... porque não algo para o lanche delas? Afinal o iogurte com fruta e bolacha é delicioso {e eu que o diga} mas está na hora de as introduzir ao maravilhoso mundo das mil e uma combinações de texturas e sabores.

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E assim, do nada, surge um delicioso puré de pêra com baunilha que, adicionado a umas simples papas de aveia, tornam o momento do lanche em algo bem mais interessante. Isso e talvez o fato de uma mãozinha atrevida entornar a tigela o que resulta sempre num largo suspiro da minha parte e num momento de valente gargalhada por parte do pai.

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Barrigas cheias, sorrisos de contentamento e satisfação e eu sei que este é um lanche para voltar a repetir com mil e uma variantes possíveis ... e de preferência apenas de fralda não vão as mãozinhas atrevidas voltar a fazer das suas. 

Ingredientes


  • 4 pêras (de preferência biológicas)
  • 1 vagem de baunilha
  • 4 c. sopa de flocos de Aveia finos
  • 1 c. café de canela moída
  • Água q.b.

Preparação

1. Num processador colocar a pêra descascada e partida, juntamente com as sementes da vagem de baunilha. Triturar até obter um puré macio.

2. Numa tigela colocar os flocos de aveia e cobrir com água. Levar ao microondas na potência máxima durante cerca de 2 a 3 minutos, mexendo a meio - se necessário juntar um pouco mais de água.

3. Misturar o puré de pêra com as papas de aveia e polvilhar com a canela. 
Para crianças mais crescidas, ou adultos, poderá adicionar um pouco de mel ou xarope de ácer e opcionalmente mais pêra partida.




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 Bom apetite, Su


Crostatta de amoras e ameixas com sementes de sésamo... e o poder da nossa própria vontade.


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Era sempre a mesma coisa, eu decidia que era dia de fotografar e ele desesperava. 

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Um, dois, três disparos... ajustar um pouco o ISO, talvez também a velocidade ... "Está bem assim?" - perguntava-me uma e outra vez até que o meu aval era dado. 

Chegada a hora de fotografar, ele disparava e eu reclamava. "Não! Desse angulo não se vê a comida como deve ser!"... mais um click... "Mas agora vê-se aquele fundo horrível lá atrás"... click... click... e uns "Humphhhh..." já a saírem da boca dele como quem tem vontade de me atirar com a máquina à cabeça. 
A nossa equipa não estava a funcionar e tudo porque aquilo que estava na minha cabeça não conseguia ser verbalizado e como tal, a foto não saía como eu desejava. Estava mais do que na hora de ser eu a disparar e, em especial, a aprender de uma vez por todas a componente técnica da fotografia. Mas a verdade é que eu achava que nunca iria aprender a fotografar de um ponto de vista mais profissional, que não era uma competência na qual algum dia eu pudesse vir a ser boa. 

Até ao dia em que ele me deu um sermão. O sermão em que me disse que eu só não aprendia porque não me dedicava o suficiente e que era isso, acima de tudo o resto, o que o irritava. 

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Teria ele razão? Seria apenas preguiça minha? Ele acreditava que eu era capaz, ele achava mesmo - apesar de eu realmente não acreditar nisso - que se eu quisesse conseguiria dominar a fotografia. 
Foi, acima de tudo o resto {e aposto que ele não sabe disto}, o medo de o desapontar que me fez decidir. 

E assim lá fui aprendendo a trabalhar com a máquina e a ganhar o verdadeiro gosto pela fotografia. E foi somente quando me decidi, de uma vez por todas que era hora de realmente aprender, que o consegui fazer.
Até esse ponto, por muito que ele me explicasse onde devia configurar e o que era o ISO, o F e por aí fora, a verdade é que chegada a hora de o fazer... já não me lembrava de nada. 

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Claramente foi uma lição para mim. A lição de que está tudo na nossa própria cabeça e que, até àquele momento em que realmente tomamos a decisão de fazer algo, nada irá acontecer. 
Mas no momento em que decidimos, naquele preciso instante em que a nossa própria postura muda, é como se uma estranha força paralela e invisível se apoderasse de nós. 

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Porque, por mais cliché que possa soar, a verdade é que grande parte daquilo somos na vida é aquilo que, nós e só nós, decidimos ser. 

Ingredientes
Massa
  • 300 gr Farinha
  • 130 gr de creme culinário vegetal
  • 70 ml de água
  • 1/2 c. chá de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 2 c. sopa de sementes de sésamo
Recheio
  • 2 chávenas de amoras (preferencialmente biológicas)
  • 4 ameixas (preferencialmente biológicas)
  • 4 c. sopa de açúcar mascavado
  • 1 c. sopa aroma de baunilha 
  • 1 c. sopa de farinha
  • 1 c. chá de canela
  • Leite para pincelar
  • Açúcar branco para polvilhar
Preparação

1. Colocar os ingredientes da massa na bimby (ou noutro robot de cozinha) e amassar, na velocidade 6, durante 15 segundos até que se forme uma bola. Estender a massa numa superfície enfarinhada num disco. Com a ajuda do rolo colocar a massa sobre um tabuleiro com papel vegetal.

2. Juntar as amoras, as ameixas em lâminas, o açúcar mascavado, a farinha, baunilha e canela numa taça e envolver bem.

3. Colocar no centro do disco de massa o preparado das amoras e fechar os rebordos da massa sobre a fruta.  Pincelar a massa com o leite e polvilhar generosamente com açúcar por cima.

4. Levar ao forno pré-aquecido a 200º cerca de 30 a 35 minutos. Servir quente com uma bola de galado ou iogurte grego.




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 Bom apetite, Su


Figos frescos com ricotta e hortelã... e a parte difícil


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É óbvio que nem tudo são rosas. É óbvio que há momentos em que as minhas forças parecem esgotar-se e em que só me apetece esconder-me debaixo dos lençóis e chorar qual Madalena arrependida. É óbvio que eu não sou nenhuma super mulher, super esposa ou super mãe. É óbvio que também não o deveria tentar ser. E menos ainda ter de o ser. 

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Quando olho para a minha vida não consigo, de forma alguma, não achar que sou uma privilegiada. Sim, tive gémeas, mas deixem-me que vos diga que só quem não os tem pode sequer pensar nisso como uma coisa má – sim, é isso que qualquer pessoa de fora pensa e pensamentos como “que horror” ou “coitados daqueles pais” estão estampados nos rostos e olhares de comiseração daqueles que do alto da sua sabedoria nos olham na rua. 

Mas, naturalmente, há momentos em que me sinto cansada… exausta… 
Há momentos em que a rotina dos horários das gémeas assume um peso quase avassalador, em que todos os passos dobrados se convertem não no dobro, mas num expoente interminável. 
Há momentos em que as batalhas com uma criança de três anos se extrapolam e nos fazem sentir a pior mãe do mundo. E depois há aqueles momentos em que as pessoas à volta, as lutas por atenção, as mãos de ferro para prevalecerem vontades me tornam naquela pessoa que não sou eu, naquela pessoa que apenas ralha e diz “Não!”… naquela pessoa que perde a paciência mais vezes do que gostaria. 

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Há aqueles momentos em que se ralho sou má, se nada faço sou pior. Há momentos em que faço aquilo que tenho de fazer para o bem dele tendo plena consciência que me vou sentir de rastos depois. 

Há momentos em que simplesmente não sei o que fazer e ajo apenas por instinto sem fazer a mais pequena ideia se estou correta ou completamente errada. Há momentos em que sou apenas a Su de 13 anos, que nada sabe da vida e muito menos o que é ser mãe. E há momentos que me sinto desamparada, mesmo com tanto apoio à minha volta. 

Há momentos em que me sinto triste, mesmo com tantos motivos para ser feliz. 

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Na verdade ninguém me disse que ia ser fácil, pelo contrário. E curiosamente muitos parecem esquecer-se de que muitas vezes não é fácil de todo. 

Ninguém me disse que a parte difícil não eram as noites por dormir ou as fraldas para trocar. Não, a parte difícil é ser-se Mãe e Pai, é não fazer o que é fácil mas antes o que nos dói no coração, é constatar que por vezes nos falham as forças mas mesmo assim termos de seguir. É sermos aquilo que temos de ser e não o que gostaríamos de ser.  

Ingredientes


  • 4-5 figos frescos
  • 1 punhado de amoras
  • 100 gr de queijo ricotta
  • 1 punhado de folhas de hortelã
  • 1 fio de geleia de Agave (ou mel)

Preparação

1. Arranjar os figos, removendo os caules e cortando em 4 longitudinalmente.

2. Num prato colocar os figos, as amoras e espalhar pequenas colheradas do queijo. Dispor as folhas de hortelã e regar com o fio da geleia. 




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 Bom apetite, Su


Um batizado, uma saia... a minha família


{no english version today - Pictures bellow by Retractus}


Um batizado de um bebé muito especial, foi o pretexto para comprar finalmente aquela saia que namorava há tanto tempo. Foi igualmente o pretexto para muitas fotos, para umas bandoletes em pequenas cabecinhas sem cabelo e uns sapatinhos que teimaram em não permanecer nos pés.
Muita correria, muita agitação e, na verdade, muita canseira. Muitos risos e gritinhos de crianças, muitas palmas e, claro, muitas fotos...  

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Bailarina crescida - Saia Space46 Boutique, Top H&M, Colar Uterque, Sapatos Casadei
Grown up Bailarina - skirt Space46 Boutique, Top H&M, Necklace Uterque, Shoes Casadei

Bailarininhas - Bandoletes Accessorize, Vestidinhos e Sapatos Benetton
Little Ballerinas - Headbads Accessorize, Dresses e Shoes Benetton

Principe pequenino - Camisa e Calções Gant, Sandalias Timberland
Little Prince  - Shirt and Shorts Gant, Shoes Timberland


Fotografias by Retractus

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Su

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