Panqueca de maçã no forno... e o meu avô eterno.


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Perder um avô é natural, é o ciclo da vida. É triste, é um assim tem de ser.

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Mas é perder um pouco de nós. É sentir, finalmente e como se até ao momento fosse apenas uma ideia vaga, que há um determinado momento que não volta mais.
É sentir que falta algo agora e de ora em diante. É sentir que aquele pedacinho da nossa infância que tentamos agarrar com todas as forças que a memória esquecida nos permite se começa a desvanecer.

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Perder um avô, depois de uma avó, ainda que natural é uma perda que nos invade o âmago e nos desafia a encarar o futuro agora que o passado é tão somente uma lembrança. Uma recordação.

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É, por muito que não queiramos, perder um pedacinho que quem somos e do que fomos.
Mas eu não quero perder. Quero guardar para sempre mesmo quando a imagem se dissipar.

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Porque um avô nunca se perde.
Um avô fica para sempre no nosso coração... ali... ao lado de quem já lá está. Um Avô acompanha-nos mesmo quando já não está presente.

O meu avô, será também ele para sempre eterno.

Ingredientes


  • 3 c. sopa de manteiga vegetal
  • 3 maçãs pequenas Gala
  • 2 c. sopa de açúcar amarelo
  • 1 c. chá e canela
  • 4 ovos, preferencialmente biológicos
  • 1 chávena de leite 
  • 1 c. chá de aroma de baunilha
  • 1 chávena de farinha
  • 1/4 chávena de amêndoa laminada
  • 1/4 chávena de sultanas douradas
  • 1 pitada de sal
  • Açúcar em pó para polvilhar

Preparação

1. Numa frigideira aquecer a manteiga e juntar açúcar amarelo, mexer deixando dissolver. Juntar a maçã cortada em meias luas e deixar em lume médio alto para caramelizar.

2. Bater os ovos com o leite e a baunilha. Juntar a farinha e mexer com umas varas até obter um creme.

3. Deitar o preparado por cima da pêra, distribuindo uniformemente. Polvilhar com a amêndoa e as sultanas.

4. Levar ao forno a 220º até que a panqueca cresça e fique dourada. Polvilhar com o açúcar em pó.




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 Bom apetite, Su


Pudins de leite e baunilha... e uma mensagem para ti.


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 Tu… sim, tu!

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Tu que me olhas com desdém quando eu me levanto para sair, quando ainda ninguém o fez. Sabes que acordo todos os dias, visto e dou o pequeno almoço a três crianças, lido com birras matinais, volto atrás para ir buscar aquele brinquedo e depois o outro, deixo-os no colégio de coração apertado enquanto se agarram no meu pescoço a perguntarem-me quando chega sábado… e ainda assim sou quase sempre a primeira a chegar?

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Tu que me julgas por ter estado ausente tantos meses do trabalho e que ainda tenho a lata de faltar ocasionalmente, que me julgas por me ter atrevido a gozar o meu horário reduzido de trabalho. Sabes que apenas gozei de uma hora extra diariamente quando na verdade deveria ter gozado duas e meia e que raramente gozei da minha hora de almoço? E sabes que era essa hora extra que me permitia poder parar um pouco e rir com eles por apenas cinco minutos entre os banhos, mudas de roupa, fazer o jantar, dar-lhes de jantar, arrumar a cozinha e deitá-los? 
Agora? Agora pouco tempo há para rir porque as reuniões são marcadas sempre no final do dia…

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Tu que me olhas como se a minha condição de mulher te ofendesse a condição de profissional, que me vês como empecilho numa sociedade que simplesmente ainda não tem e nem quer ter espaço para as mulheres e mães. Sabes que aceito os desafios sem reclamar por medo de ser relegada para segundo plano, mesmo quando me assustam? Sabes que nunca me atrasei até hoje com o trabalho que me é confiado e que sempre cumpri e bem as minhas funções? Sabes que luto constantemente para provar que sou tão boa como aquele colega que não gozou a licença de paternidade porque tinha a mulher em casa com o bebé?

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Tu que me desvalorizas sempre que olhas para o relógio quando saio ou que assumes que sou apenas aquilo que vês à frente, que não me respeitas enquanto profissional, enquanto mulher, enquanto mãe.
A ti quero dizer-te que não faz mal. Já aprendi há muito a viver com os teus olhares, com as tuas incessantes desvalorizações da minha pessoa sejam elas conscientes ou não. 

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Mas quero dizer-te também que não me conheces, não me conheces de todo. Não sabes a minha importância para as três crianças que vivem lá em casa e como a felicidade delas aumenta exponencialmente quando chego cinco minutos mais cedo… só cinco. 
Não sabes que além deste trabalho tenho outro. E outro ainda. Não sabes que passo noites acordadas quando eles estão doentes para vir trabalhar no dia seguinte. Não sabes que sou importante para o meu marido, que além de mãe dos seus filhos sou a sua mulher e companheira. Não sabes que sou importante para os meus pais e para os meus amigos.

Não me conheces e nem nunca me irás conhecer. E nunca saberás o que há para além daquilo que os teus olhos vêm.

Ingredientes


  • 1 1/2 c. de sopa de gelatina em pó
  • 3 c. sopa de água
  • 2 3/4 chávena de leite
  • 1/4 chávena de açúcar em pó
  • 1 vagem de baunilha
  • 1 c. sopa de sopa de mel
  • Compota de pêra ou outro opcional

Preparação

1. Colocar a água e a gelatina num tacho em lume baixo e mexer até que a gelatina dissolva.

2. Juntar o leite, o açúcar, as sementes da baunilha e o mel e mexer bem durante de cerca de 7 minutos.

3. Distribuir por formas (ou chávenas) e levar ao frigorifico por 4 horas ou durante a noite. Servir com um pouco de compota.

* Receita adaptada daqui

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 Bom apetite, Su


Porque uma imagem diz tudo


Obrigada por nos terem escolhido a nós como mãe, pai e mano.
*
Thank you for choosing us for your mommy, daddy and big brother


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Su

Tarte Crespelle de abóbora e cogumelos... e uma grande falha.


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Tenho uma confissão a fazer...

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Sim, envergonho-me profundamente e a verdade é que nem sequer me reconheço. Honestamente quero acreditar que são os meus bebés rastejantes que não me dão tréguas, ou mesmo a antecipação da casa nova que me têm ocupado demasiado a atenção.

A verdade é que este ano... ainda não fiz a minha árvore de Natal.

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E quem me conhece sabe perfeitamente o quão preocupante isso é no meu caso. Quase a entrar em Dezembro e eu ainda não decorei a casa... parece impossível.

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Eu sei que não tenho desculpa. Afinal se tenho tempo para a fotografia, para o blog, para a projeção da nova casa e para outras tantas coisas mais, também já me deveria ter obrigado a acartar a árvore e decorações de Natal e colocado mãos à obra. Até o meu terrorista já me disse que tenho de fazer a árvore porque senão o pai Natal não virá.

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Não tenho desculpa e sinto-me profundamente envergonhada. Prometo resolver a questão muito em breve.

Ingredientes
Massa de Crepes
  • 100 gr Farinha
  • 1 ovo (preferencialmente biológico)
  • 250 ml leite magro
  • 1 pitada de sal
Recheio
  • 1/2 Abóbora menina (butternut) média
  • 150 gr cogumelos shitake
  • 150 gr cogumelos brancos
  • 1 c. sopa de manteiga vegetal
  • 8 a 12 folhas de salva
  • molho bechamel q.b.
  • 30 gr queijo da ilha 

Preparação

1. Num tabuleiro de forno colocar a abóbora em pedaços pequenos bem como os cogumelos partidos grosseiramente. Por cima distribuir pequenas nozes de manteiga e as folhas de salva e polvilhar com sal.  Levar ao forno a 200º por cerca de 20 minutos.

2. Numa taça misturar bem os ingredientes da massa para os crepes até obter um creme consistente.

3. Aquecer uma frigideira anti-aderente em lume médio e deitar uma porção de massa e deixar cozinhar até que surjam bolhas. Virar a massa e deixar por alguns segundos. Repetir até terminar a massa.

4. Forrar uma forma redonda cujo diâmetro seja aproximadamente o das folhas de crepes com papel vegetal. Colocar uma folha de crepe e por cima um pouco da abóbora e cogumelos assados. Por cima colocar cerca de 1 colher de sopa de molho bechámel. Repetir as camadas e finalizar com uma folha de crepe, molho bechamel e o queijo ralado. Levar ao forno a 200º até que o queijo fique dourado.




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 Bom apetite, Su


Por tudo isto... e muito mais.


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Não é só por seres o amor da minha vida, por teres uns olhos verdes que me fazem perder a noção da realidade ou pelos beijos doces com que me fazes começar e acabar cada dia.

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Não… é também por tudo o resto que é tão ou mais importante. 
É por ver como divides a tua maçã no final da refeição por nós quatro e ficas apenas com um pequeno pedaço para ti. É por saber que não preciso de me lembrar do casaco do Rafa pela manhã, porque de certeza que tu não te esqueces. É por pensares sempre em nós em primeiro lugar e só depois em ti. 

É por saber que, por mais errada que eu possa estar, é sempre do meu lado que ficas contra tudo e contra todos. Sempre.
É por me sentir sempre segura e protegida ao teu lado e por saber que me apoias sempre nos meus devaneios – sejam eles pintar mobília, mudar de casa ou meter-me em decoração de casamentos -. É por me levares às feiras de antiguidades, por ires comigo buscar aquele armário velho que eu tanto namorei e por comprares em dobro o meu pão de malte quando vais para fora só para garantires que não me vai faltar nessa semana.

É por saber, acima de tudo, que jamais poderia ter arranjado um melhor pai para os meus filhos. É por me teres dado os filhos lindos que temos e por teres pulado de alegria quando te disse que íamos ter gémeos. É por saber que ainda queres mais filhos e que realmente, se há alguém que merece ter muitos filhos, esse alguém és tu. 

É por apertares as bochechas às nossas meninas refilonas e por te levantares de hora a hora durante a noite só para controlares a febre do Rafa.

É por ter a certeza absoluta e inquestionável que é ao teu lado que quero estar quando todos os fios do meu cabelo se tornarem brancos e a velhice nos alcançar. Porque eu sei, do fundo do meu ser, que encontrei aquilo que muito pouca gente tem a sorte de encontrar numa vida inteira… a minha alma gémea.

Parabéns Nuno, meu amor, meu companheiro, meu porto de abrigo. Amo-te. 

*

It's not only because you're the love of my life, because of your green eyes that make me lose all sense of reality or the sweet kisses that you give me at the start and the end of every single day. 

No ... it's also for everything else that is equally or more important. It's the way how you divide your apple at the end of the meal for the four of us and you keep just a little bit for yourself. It's knowing that I don't need to remember Rafa's jacket in the morning, because for sure you won't forget it. It's for always putting us first, above everything else, even above you. 

It's knowing that no matter how wrong I may be, you're always by my side against everything and everyone. Always. 
It's because the way you make me feel safe and secure at your side and for knowing that you allways back me up in my reveries - whether they are painting furniture, moving to a new house or get myself in wedding styling -. It's also for carrying me to antiques fairs and for going to get that old dresser that I've wanted for so long and for buying in double my malt bread before you go away at wok so that I will have plenty int that week. 

It's knowing, above all, I could never have gotten a better father for my children. For having given me the beautiful children we have and for having just jumped in happiness when I told you we were going to have twins. It is to know that you still want more children and really, if anyone deserves to have many children, that someone is you. 

It's for pinching the cheeks of our grumpy girls and for checking Rafa's fever every hour during the night. 

It's having the absolute and unquestionable certainty that it is by your side I want to be when all the strands of my hair turned white and the old age catches up with us. Because I know, from the bottom of my being, I have found what very few people are lucky enough to find in a lifetime ... my soul mate. 


Happy Birthday Nuno, my love, my companion, my haven. I love you.


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 Su

Crostata de abóbora... e o nosso sonho.


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Há já muito tempo que era um sonho nosso.

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O sonho de criarmos os nossos filhos num local tranquilo e de proximidade com mais natureza e menos prédios, carros ou pressas. O sonho de uma casa grande com um jardim para eles correrem e brincarem, uma mini horta onde colocar a minha salva e o meu manjericão e até mesmo umas rosas ou uns malmequeres. 
Um local onde possamos ouvir os pássaros cantar pela manhã e sentir o cheiro do orvalho na erva, onde os vizinhos conheçam os meus filhos pelo nome e onde as crianças ainda peçam o pão por Deus.

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É esse o sonho que temos para nós. O simples sonho de uma casa no campo. 

Como tudo na vida, haverá com toda a certeza alguns sacrifícios a fazer. Viagens um pouco mais longas para o trabalho, a distância de um centro onde tudo está a dois passos de caminho, um recomeçar de novo que pode inicialmente até assustar.
Mas, depois de muito bem pensados e repensados todos os prós e contras, sabemos – como sempre soubemos – que estamos mais do que dispostos a pagar o preço. Sabemos que nada vem de forma fácil e que seremos mais do que capazes de orientar e gerir uma nova vida para podermos ter tudo o que de positivo ela possa ter para nos dar.

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E por isso demos o passo. Encontrámos a nossa casa perfeita num local perfeito - afinal aquele onde casámos – e resta agora os últimos acabamentos e detalhes ao nosso gosto pessoal para que, em breve, nos possamos mudar. 

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Se me assusta esta mudança? Mais do que possam imaginar. Mas sabemos que é este o passo que temos de dar, sabemo-lo do fundo do coração. E eu sei que acreditando em nós, como sempre fizemos, levar-nos-á à nossa felicidade. 




Ingredientes

Massa


  • 300 gr Farinha
  • 130 gr manteiga vegetal
  • 70 gr água
  • 1 pitada de sal
Recheio
  • 700 gr de abóbora menina, cortada em pequenos cubos
  • 1 c. sopa de manteiga vegetal
  • Folhas de salva a gosto
  • Estragão fresco
  • 1 punhado de amêndoas laminadas
  • Sal
  • Pimenta

Preparação

1. Colocar os ingredientes da massa no copo da bimby e amassar durante 15 segundos na velocidade 5. Retirar a massa, formar uma bola e reservar no frigoríco. 

2.  Colocar a abóbora num tabuleiro, polvilhar com sal e espalhar nozes da manteiga. Por cima colocar as folhas de salva e levar ao forno cerca de 30 a 40 minutos a 180ºC

3. Dividir a massa em 2 porções e estender 2 discos sob papel vegetal. Depois da abóbora ligeiramente arrefecida, dividir pelas porções da massa, colocando no centro. Fechar os rebordos da massa, dobrando-a para cima. Polvilhar com mais algumas folhas de salva e com o estragão.

4. Levar ao forno por mais cerca de 20 a 30 minutos ou até que a massa esteja douradinha. A 5 minutos do final distribuir as amêndoas laminadas por cima das crostatas.




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 Bom apetite, Su


Tarte de tomate cherry, ricotta e chévre... e o tempo que urge


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Ultimamente sinto que tenho demasiadas coisas para fazer e que algumas estão a ficar para trás. Sinto que me falta tempo para fazer tudo aquilo que quero e preciso. 

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Preciso de planear o aniversário das meninas, preciso de decorar a casa para o Natal  {nem posso acreditar que já estamos a entrar em Novembro, como é que o tempo passou?! }, preciso de planear um batizado a dobrar, preciso de fazer aquele post e montar três álbuns, preciso de planear uma grande mudança na minha vida que irá ocorrer em breve…

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O tempo urge e eu sinto-me um pouco perdida… não estou habituada. Pior do que tudo, eu sei que é por preguiça minha. 

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Há que retomar o meu planning habitual, há que organizar e estruturar tudo aquilo que é preciso ser planeado e meter mãos à obra. Há muito por fazer, mas agora que a Wedding Season deste ano parece estar fechada, posso dedicar-me a tudo aquilo que preciso. 

Por hoje… bom, por hoje e só hoje, vou apenas dedicar-me ao sofá e ganhar forças para tudo o que se avizinha.


Ingredientes
  • 300 gr de Farinha
  • 130 gr de manteiga vegetal
  • 70 gr água
  • ½ c. chá de sal
  • ½ c. chá de açucar
  • 14 a 18 tomates cherry
  • 250 gr queijo Ricotta
  • 90 gr queijo chévre
  • 1 ovo
  • Folhas de tomilho limão a gosto
  • Sal
  • Pimenta

Preparação

1.   Pré-aquecer o forno a 200º

2. Num robot de cozinha colocar a farinha, a manteiga, a água, o sal e o açúcar e pulsar até obter a massa. Dispor a massa numa superfície enfarinhada e estender numa placa. Com a ajuda do rolo, enrolar e desenrolar por cima de uma forma de tarte. Pressionar bem e passar com o rolo por cima do rebordo de forma a descartar o excesso de massa.

3. Envolver o queijo com o ovo, batendo bem, e temperar com sal e pimenta. Espalhar o preparado na tarte.

4. Dispor os tomates cherry por cima bem como o chévre. Distribuir as folhas de tomilho limão e levar ao forno cerca de 20 minutos ou até a massa estar douradinha e os tomates assados.




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 Bom apetite, Su


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