Tarte Tatin de beterraba com ricotta... porque eu adoro beterraba.


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As beterrabas são possivelmente um dos vegetais mais odiados de sempre. Mas quanto a mim, adoro-a.
No mercado quando as vi soube que tinha de as trazer comigo e soube de igual forma que seria no forno onde iriam acabar.

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O Nuno jura a pés juntos que só lhe sabe a terra e não consegue perceber o meu fascínio por ela. Escusado, pois, será dizer que nem sequer provou a minha tarte que levou uma imensidão de tempo a preparar. 

Mas nem isso me demoveu de me entregar de corpo e alma à preparação desta receita. Cortei-lhe a ramagem, com alguns sentimentos de culpa confesso, enquanto as gémeas me arrumavam o armário dos tupperwares e preparei-as para levar ao forno. 

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Nos entremeios o Nuno pendurou varões na janela da cozinha, o Rafa ajudou as manas com os plásticos e ainda as levou à área das panelas e ainda conseguimos assar batatas e peixinho. Julgo que ainda fizemos mais umas quantas coisas. As beterrabas demoram realmente a assar. 

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E depois, bom, depois veio a parte fácil de montar uma tarte invertida e conseguir não tingir uma família inteira de magenta... ou cor de vinho. 

O resultado final, asseguro-vos, valeu muito a pena.

Ingredientes


  • 2 beterrabas grandes
  • 1 c. sopa de vinagre balsâmico
  • 1 c. sopa de manteiga
  • 1 placa de massa folhada
  • Folhas de hortelã a gosto
  • Folhas de tomilho limão a gosto
  • 1 c. sopa de ricotta (por fatia)
  • Sal q.b

Preparação

1. Arranjar as beterrabas e cortar as ramagens. Lavar bem e envolver em prata. Levar ao forno a 225º cerca de 60 a 80 minutos - dependendo do tamanho das beterrabas. No final deixar arrefecer.

2. Remover a pele das beterrabas e cortar em rodelas finas e numa tarteira de base amovível dispor de forma bonita, uma vez que a tarte será invertida no final. Polvilhar com o sal e regar com o balsâmico. Espalhar nozes da manteiga.

3. Colocar a massa folhada por cima, enrolando os rebordos de forma a que entrem ligeiramente pelos lados exteriores.

4. Levar ao forno a 180º cerca de 25 a 30 minutos. No final remover o rebordo da tarteira e virar para um prato. Dispor as folhas das ervas e servir com a ricotta.




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 Bom apetite, Su


Bolo de limão e salva com calda de salva... num momento de inspiração


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Quando sigo um blog há várias razões que me levam a querer continuar acompanhar o que por lá é escrito e partilhado.

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Com tanta escolha e opções neste mundo da internet julgo que também nós, leitores, nos tornamos cada vez mais críticos e criteriosos nos conteúdos que acompanhamos. Eu prendo-me em imagens bonitas e cuidadas acompanhadas de textos genuínos e cuidadosamente pensados.
E posso dizer que a maior e principal razão que me leva a acompanhar seja que blog for é, sem qualquer margem de dúvida, a busca de inspiração.

Quando sigo um blog, o que eu procuro são coisas bonitas, imagens deliciosas, partilhas inspiradoras. Posso dizer que há muito poucos blogs que siga em demanda de uma realidade pura e dura {chega-me a minha… confesso}.

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E é por isso que o meu blog é uma partilha, não de uma realidade pura e dura, mas de uma realidade que visa inspirar. E digo realidade porque assim o é. Ainda que não a total realidade do meu mundo, parte da minha realidade de qualquer forma.
Hoje em dia, todos os meus posts são criteriosamente pensados e elaborados tendo sempre como objetivo principal a qualidade do conteúdo e a história que é contada como forma de inspiração. A história que está lá é real, são os meus cozinhados, é a minha família, os meus dias, a minha vida que partilho aqui. Simplesmente são momentos, histórias, pedaços selecionados.

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Se a minha vida é todo um mar pura calma, refeições lentas, passeios no parque e momentos absolutamente felizes? Absolutamente não. Há tantas outras coisas que fazem parte da minha vida, como da de qualquer pessoa. E convenhamos… ninguém acreditaria realmente que assim o fosse.

Mas quem aqui vem, quem me acompanha, procura algo. Quem me segue procura uma certa leveza, procura talvez um pouco da luz das minhas fotos num dia cinzento, procura uma refeição aconchegante num dia caótico, procura quem sabe… uma esperança e um apoio de saber que não é assim tão difícil ou complicado ter dois bebés ao mesmo tempo… ou três. Procura sorrir e fechar a página sentindo-se – assim espero – melhor do que quando a abriu. E por isso me continua a seguir.

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E é precisamente esta paixão que me faz continuar, que me faz amar este meu pequeno pedaço de mim. Saber que quem está do outro lado termina a leitura com um sorriso nos lábios ou com mais força para encarar os desafios da vida. Talvez mesmo com mais coragem para agarrar um sonho antigo.

E eu por cá vou continuando a partilhar e {assim espero} a inspirar. A partilhar receitas, histórias, fotos… o que quer que faça parte deste meu pequeno mundo.

E espero, honestamente e de coração aberto, que vocês desse lado continuem a sorrir e a voltar.
Ingredientes


  • 140gr de manteiga 
  • 1 chávena de açucar
  • 2 c. sopa de sumo de limão
  • raspa de 1 limão
  • 1/2 chávena de óleo de amendoim
  • 3 ovos
  • 1 1/2 chávena de farinha
  • 2 c. chá de fermento em pó
  • 1 c. café de sal
  • 1 c. sopa de salva picada muito finamente
para a calda de salva


  • 4 c. sopa de açucar
  • 1 chávena de água
  • 12 a 16 folhas de salva
Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 180ºC

2. Bater a manteiga com o açucar durante algum tempo para que se forme um creme. Juntar o sumo de limão, a raspa de seguidamente o óleo e os ovos, um a um. 

3. Reduzir a velocidade e juntar a farinha com o fermento, o sal e a salva. Bater até ficar muito bem incorporado. 

4. Deitar o preparado numa forma untada e polvilhada de farinha. Levar ao forno cerca de 45 a 55 minutos ou até que o palito saia seco.

5. Numa caçarola colocar o açucar, a água e as folhas de salva. Deixar ferver até que comece a formar caramelo, mas tendo o cuidado para não deixar formar o caramelo castanho. Se necessário juntar um pouco mais de água para que fique com uma consistência de calda. Muito cuidado e não colocar o dedo para provar nesta fase.

6. Deixar o bolo arrefecer ligeiramente antes de desenformar e servir com um pouco da calda.




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 Bom apetite, Su


Orzo com frango no forno... e o dia dourado da semana.


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Abro um olho, depois o outro… e penso em como ao sábado sou sempre mais feliz.

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Em casa ainda tudo dorme – ou assim parece – e eu levanto-me antecipando já um dia cheio. De coisas boas, assim espero.
Um duche rápido enquanto ainda ninguém reclama o leite matinal sempre tão desejado, apronto-me e desço para abrir todas as janelas porque o sol já se sente resplandecente lá fora.

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Depois de muitos beijinhos entre meninos grandes, pequenos e pequeninos, depois de calça {e descalça} sapato, veste casaco e mais uns quantos beijinhos, saímos quase aos saltinhos porque… bom, é sábado.

Leite com café e pão tradicional na já habitual pastelaria – aquela com croissants deliciosos e pasteis de nata impossíveis de resistir – e alongamo-nos no tempo porque afinal é sábado.
No mercado – onde já nos vão conhecendo, talvez pelas criancinhas – perco-me pelas bancas numa ansiedade de ver o que me chama, o que de novo há, o que a época nos traz. Trago uns limões, umas batatas e não resisto, como sempre, às flores frescas.

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"Quero ir ao parque passear" digo-lhe e ele, como sempre, atende à minha vontade... à minha e à dos mais pequenos. 
Por ali os deixamos andar, perdidos pela relva enquanto nos perdemos, também nós, na alegria e efusividade dos seus risos. 

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Ao sábado é dia de passeio, de uma refeição mais elaborada. E com a Páscoa quase a chegar, porque não fazer umas amêndoas de chocolate caseiras. 

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O sábado é sempre o dia dourado da semana, aquele dia em que tudo sabe sempre melhor.



Ingredientes


  • 2 1/2 c. sopa de manteiga
  • 1 fio de azeite.
  • 1 chalota
  • 4 peitos de frango 
  • 250 gr massa orzo / pevide
  • 300 gr de cogumelos brancos laminados
  • 800 ml de caldo de legumes 
  • 2 c. sopa de folhas de alecrim fresco
  • Sal
  • Pimenta

Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 200º

2. Numa frigideira anti aderente, 2 c. sopa de manteiga e colocar os peitos de frango para alourar de ambos os lados, deixando por 2 a 3 minutos. Reservar.

3. Numa caçarola/ panela que possa ir ao forno, colocar a chalota picada, o fio de azeite e restante manteiga. Deixar alourar a cebola. Juntar os cogumelos, o alecrim e uma pitada de sal e deixar que comecem a amolecer.

4. Adicionar o orzo e deixar fritar um pouco, mexendo sempre. Juntar o caldo, dispor os peitos de frango por cima e levar ao forno cerca de 45 minutos. 




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 Bom apetite, Su


Granola de pétalas de rosa com chocolate e amêndoas... e a dificuldade de educar


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Ser mãe e pai é possivelmente uma das coisas mais difíceis da vida. Educar uma criança é uma tarefa árdua, complexa, cheia de dúvidas e nenhumas certezas.

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As teorias essas, temo-las bem firmes nas nossas mentes. Sabemos o que fazer para que aprendam a dormir, para que não ganhem manhas. Mais tarde sabemos exatamente qual a estratégia a aplicar na hora da birra, na hora do banho e na hora da refeição.

Desenhos animados, só aqueles que aprovamos - de preferência sem qualquer tipo de violência - e brinquedos selecionados e bastante racionados. Afinal, os nossos filhos têm de aprender a dar valor às coisas que têm e ao que a vida lhes proporciona. 

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Mas a realidade é tão, mas tão diferente. Só quem tem filhos, só quem passou por cada uma das fases que educar uma criança implica, compreende este texto. 

É duro, tão ingrato e até injusto quando em determinados momentos deixamos de nos reconhecer, quando nos tornamos naquela mãe irritada, furiosa, de cabeça num oito porque, sejamos sinceros, quem afinal consegue ganhar uma batalha com um simples miúdo de 3 anos? E quando a frustração de vermos sem resultado as nossas insistências, dia após dia, birra após birra, se reflete nos que nos estão mais próximos, nos que mais nos ajudam, naqueles em quem não devíamos descarregar nos deixa com um sentimento de culpa avassalador.

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Sim, é duro. É ingrato e injusto por vezes. No fundo fazemos o melhor que podemos. Bem ou mal, fazemos o que acreditamos, o que o nosso instinto nos diz ser melhor. Por vezes - muitas vezes - questionamo-nos se será o correto.

Mas é então, que ali, algures entre o banho, a birra ou jantar temos um relance daquilo pelo que qual lutamos dia após dia. Um carícia terna e pura, livre de qualquer intenção ou preconceito. E é precisamente aí que vamos buscar forçar, que sorrimos e pensamos... sim, é duro, é injusto e por vezes ingrato, mas este ato é meu, é por ele que luto diariamente, é este pedacinho dele que me faz saber que nem tudo o que faço estará errado.

Ingredientes


  • 2  ½ chávenas de flocos de aveia
  • 1 chávena de Amêndoas em pedaços
  • ½ c. chá de sal
  • ⅔ chávena de pedaços de chocolate negro
  • 3 c. sopa de pétalas de rosas secas comestíveis
  • ½ chávena de manteiga sem sal
  • ½ chávena de xarope de Agave
  • 1 c. sopa de água de rosas
  • 1 clara de ovo

Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 150º.

2. Juntar a aveia com as amêndoas, o sal, o chocolate e as pétalas de rosa. 

3. Numa caçarola, derreter a manteiga com o xarope de Agave. Remover do lume e juntar a água de rosas.

4. Deitar a manteiga sobre a aveia e envolver bem. Juntar a clara de ovo e mexer com as mãos. Espalhar sobre um tabuleiro com papel vegetal e estender numa camada fina.

5. Levar ao forno cerca de 25 a 30 minutos, mexendo ocasionalmente. Ao final do tempo, retirar e pressionar com uma espátula para que forme pedaços grandes quando arrefecido. Guardar num frasco hermético.





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 Bom apetite, Su


Coelho assado com chalotas e alecrim... e a simplicidade


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 A vida é simplesmente… simples, por aqui.

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O canto de uma rola que me acompanha pela manhã ou o chilrear de pássaros que vão fazendo anunciar o desponte das flores. Oiço algo lá fora que não carros, antes um trator que percorre a estrada no seu passo vagaroso.
Sente-se a leveza do ar, o aroma da terra e a frescura do campo. Tudo é mais tranquilo, tudo é mais simples.

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Ao nosso lado vizinhos que nos recebem de sorriso nos lábios e humildade no cumprimento, e vizinhos outros revestidos de lã ou penas que se acercam de nós sem medos nem vergonhas como que a indagar-nos de onde viemos e quem somos.
Ao longe avistamos vales, árvores e o azul do mar. Avistamos fazendas, telhados rústicos e casas de pedra. Por aqui não se ouvem buzinas e não existem prédios que nos tapem os raios de sol. Aqui vemos verde em vez de alcatrão, vemos azul em vez de cimento, vemos calmaria em vez de pressas.

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A vida por aqui é simples tal como a imaginámos e idealizámos.

Ingredientes


  • 1 coelho
  • 6 a 8 chalotas pequenas
  • 1 cenoura
  • 1 fio de azeite
  • 2 c. sopa de manteiga sem sal
  • sal
  • pimenta
  • 2 c. sopa de alecrim fresco
  • 2 raminhos de segurelha
Para o puré


  • 1 kg batatas
  • 400 gr de leite magro
  • 1 c. sopa de créme fraiche
  • 1 c. sobremesa de manteiga sem sal
  • 3 c. sopa de manteiga sem sal
  • 1 c. sopa de alecrim fresco
  • sal

Preparação

1. No dia anterior esfregar o coelho com a manteiga e o alecrim. Deixar no frigorifico tapado.

2. Pré-aquecer o forno a 200º. Dispor o coelho num tabuleiro e juntar as chalotas partidas em metades e a cenoura em pedacinhos pequenos. Polvilha com o sal e a pimenta e juntar o alecrim e a segurelha. Regar com o fio de azeite e levar a assar virando ao final de cerca de 20 minutos.

3. Para o puré, cozer as batatas no leite com sal. Quando estiverem cozidas triturar num robot de cozinha e adicionar a manteiga e o créme fraiche. 

4. Numa frigideira colocar a restante manteiga e as folhas de alecrim. Deixar a manteiga dourar até que se forma a beurre noisette. Regar por cima do puré.




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 Bom apetite, Su


Bolo de Sêmola com Créme Anglaise... num regresso tão ansiado


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Entre caixas, caixotes, entre mobílias novas, antigas e recuperadas, entre muito caos e a tentativa de retomar a ordem... assim foram os meus últimos tempos.

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Momentos houve em que pensei que jamais conseguiria ver a nova casa arrumada ou aquelas mobílias terminadas. Momentos houve em que a coragem parecia desvanecer-se e que não sabia muito bem por onde começar.

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Mas aos poucos, a seu tempo, tudo se foi compondo. Aos poucos voltou a ordem, aos poucos vi a minha casa converter-se no nosso lar tão desejado e planeado, aos poucos a mobília velha foi ganhando vida, aos poucos consegui fazer o bolo pedido pelo meu filho.

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E a verdade é que o sentimento é algo que me enche de orgulho e satisfação. E poder saborear hoje este bolo enquanto, ao meu redor, vejo por fim tantos projetos idealizados agora concretizados foi das melhores coisas dos últimos tempos.

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Bom... isso e ver o meu pequeno devorar o bolinho tão pedido na casa nova que, também ele e as manas, parecem adorar.

Ingredientes


  • 120 gr de sêmola de milho fina
  • 90 gr açúcar
  • 2 c. sopa de licor a gosto
  • 600 ml leite
  • 1/2 vagem de baunilha, dividia longitudinalmente
  • 2 c. sopa de sultanas douradas
  • Manteiga para untar

Créme Anglaise


  • 300 ml de leite
  • 50 gr açúcar
  • 1/2 vagem de baunilha, dividia longitudinalmente
  • 3 gemas de ovo
Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 160ºC

2. Numa panela grande, colocar o leite, a baunilha e o açúcar e aquecer em lume médio. Quando o leite começar a ferver, juntar aos poucos a sêmola de milho mexendo sempre muito bem. Adicionar o licor e as sultanas e retirar do lume.

3. Deitar numa forma untada e levar ao forno por cerca de 15 a 20 minutos. No final deixar arrefecer por 5 minutos e desenformar para um prato.

4. Para o creme, colocar o leite, a vagem de baunilha e o açúcar ao lume até começar ligeiramente a ferver.

5. Bater as gemas numa taça. Juntar o leite, mexendo sempre vigorosamente com uma vara de arames.

6. Colocar o preparado novamente na panela e levar em lume baixo, mexendo até engrossar um pouco.

7. Servir o bolo com o creme.

Receita original aqui




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 Bom apetite, Su


09 10