Pêssegos e alperces assados com ricotta... à falta daquele pomar.


{Roasted peaches and apricots with ricotta... at the lacking of that orchard}


O verão chegou finalmente. E eu nunca atentei tanto nele como agora. 
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Summer is finally here. And I have never paid it such a heed as I did this year.

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Chegou com toda a bravura nas flores que ainda vão despontando, em todo o esplendor nos raios de sol que entram pelas janelas cedo ainda pela manhã, chegou no sabor esplêndido da fruta que este ano me sabe como há muito não sabia.
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It arrived in all his bravery in the flowers that are still emerging, in all the splendor of the sunlight entering through the windows early still in the morning, it arrived in the amazing fruit flavor that this year tastes has it hasn't tasted in a long time. 

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E nenhuma fruta me recorda melhor o verão do que pêssegos. Ou figos… ou melancia…
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And no other fruit reminds me better of summer than peaches. Or figs... or watermelon...

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Mas os pêssegos, aqueles pêssegos enormes que tinham um cheiro de revirar os olhos em antecipação, esses sim eram os reis da estação. E o sempre simpático Sr. Zé ferreiro – como sempre foi conhecido na aldeia – chamava-me todos os anos, já de balde preto na mão, para que eu lá fosse ao pomar dele apanhar os pêssegos que quisesse. Ah… que saudades desse tempo.
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But peaches, those huge peaches whose smell made my eyes roll in anticipation, those were the kings of the season. And the always friendly Mr. Zé Blascksmith - as he has always been known in the village - called me every year with a black bucket in his hand, for me to go to his orchard  and catch as much peaches as I wanted. Ah ... I miss that time.

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Naquele tempo comia uns três enquanto apanhava os outros e atestava o balde. Acabava com as mãos sempre sujas e com uma sensação plena de contentamento.
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In those days I ate about three as I picked up some more to fill the bucket. I always ended up with sticky hands and a full sense of contentment.

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Agora junto-os a alperces e ricota e levo-os ao forno porque, à falta do pomar do Zé ferreiro, a fruta assada é algo que me dá uma sensação de felicidade muito semelhante. 
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Now I just mix them with apricots and ricotta and take them to the oven because, at the lacking of Zé Blacksmith's orchard, roasted fruit is something that gives me a very similar feeling of happiness.

Ingredientes

  • 3 pêssegos
  • 2 alperces
  • 150gr de ricotta
  • Folhas de tomilho limão fresco
  • 2 c. sopa de açucar mascavado
  • Amêndoa picada a gosto
Preparação

1. Partir os pêssegos e alperces em metades e remover os caroços. Colocar num tabuleiro de forno com a casca para baixo e polvilhar com o açucar mascavado e com as folhas de tomilho limão. Levar ao forno a 180º cerca de 20 a 30 minutos ou até a fruta estar assada.

2. Em 2 taças dividir a ricotta e por cima dispor os alperces e pêssegos e regar com um pouco do sumo. Polvilhar com a amêndoa picada e servir.  




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 Su


O Cheesecake dele, um vinho frizante de mirtillos... et je vais a Manger


{ His Cheesecake, a sparkling blueberry wine... et je vais a Manger }


Fez o cheesecake dele, aquele que é de longe o meu bolo predileto, pediu-me para arranjar a cesta de picnic e rumámos à praia no dia do meu aniversário. E entre uma fatia daquele pedaço de céu e um copo de vinho frizante e fresco, entregou-me um papel.  
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He made me his cheesecake, the one that is by far my all time favorite cake, asked me to arrange a picnic basket and we headed to the beach on my birthday. And between a slice of that piece of heaven and a glass of sparkling and fresh wine, he handed me a paper.  

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Esse papel era o meu presente. Podia ter-me oferecido uma viagem para uma qualquer praia paradísica ou para uma das cidades que há tanto queremos ir visitar. 
Mas não. Optou por me oferecer uma visita a Médoc, em França.
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That paper was my present. He could've offered me a trip to any paradise beach or to one of the cities that we have longed to visit.
But no. He chose to offer me a visit to Médoc, France.

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Para quem não sabe {como se isso fosse possível}, é precisamente em Médoc que viva a linda e inspiradora Mimi Thorisson, autora do blog Manger, que é não mais do que o meu blog favorito de sempre. E ela é, a bem da verdade, a minha heroína. Ela é daquelas pessoas que realmente têm uma estória com a comida, com os ingredientes e com as relações que se vivem em torno da sua mesa. A par disto, ela vive para os seus filhos e para aquilo que a torna feliz, numa vida simples e tranquila repleta de momentos em que, claramente, a família é o mais importante.  
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For those of you who haven´t the slightest idea what's in Médoc {as if}, it is precisely there where the beautiful and inspiring Mimi Thorisson lives, author of the blog Manger, which is no more no less than my all-time favorite blog. And she is, in earnest truth, my heroin. She is one of those people who really have a story with the food, the ingredients and the relationships that are built around her table. Along with this, she lives for her children and for what makes her happy, living a simple and quiet life filled with moments where family is what really matters. 

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Acontece que a Mimi abriu este ano as portas do seu lindíssimo Chateaux para fazer workshops de culinária. E foi precisamente essa a razão que levou o Nuno a enviar-lhe o primeiro email. Nesse email - que eu vim a ler muito depois - ele falava-lhe em como eu era uma enorme fã e seguidora. Explicou-lhe como o exemplo dela me serviam diariamente de inspiração e em como era um sonho meu eu ir até Médoc conhecê-la. E explicou-lhe em como queria ser ele a concretizar esse sonho.
O mail do Nuno era tão terno {como a própria Mimi o descreveu} que apesar de já ter todas as vagas preenchidas ela decidiu encaixar-me numa das datas - e quão maravilhoso é isto?! 
*
It just so happens that Mimi opened this year the doors of her beautiful Chateaux to start hosting cooking workshops. And that was precisely the reason why Nuno sent her the first email. In this email - that I came to read long after - he told her about how I was a huge fan and follower of hers. He explained how her example served as a daily inspiration for me and how it has been dream of mine to go to Médoc and meet her. And he explained how he wanted to be the one to allow me to accomplish that dream.
The email Nuno sent her was so tender {as Mimi herself described} that despite having all the positions filled she decided to fit me in one of the dates - and how amazing is this?!

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Escusado será dizer que no dia em que recebi a notícia chorei. Chorei porque para mim este presente vale mais do que milhares de diamantes. Mas sobretudo por saber que ele, o meu herói, não hesitou, como nunca hesita, em concretizar um sonho meu. E sim, eu sonhava com Médoc, com as vinhas de alguns dos melhores vinhos do mundo, com os Chateaux antigos e cheios de história, com a cozinha da Mimi. 
Nuno meu amor, nunca terei forma de te agradecer ou de te explicar o que isto significa para mim. 

E agora mal posso esperar até Novembro...
*
Needless to say, the day I got the news I cried. I cried because for me this gift is worth more than thousands of diamonds. But above all to know that he, my hero, did not hesitate, as he never does in fulfilling a dream of mine. And yes, I dreamed of Médoc, of the vineyards of some of the best wines in the world, of the old Chateaux's full of history, of Mimi's kitchen.
Nuno my love, I'll never be able to thank or let you know how much this means to me.

And now I can hardly wait for November...

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{Film Photography by Nuno Ribeiro developed and scanned at Carmencita Film Lab

Ingredientes



Cheesecake
  • 750 gr de Ricotta
  • 500 gr de Mascarpone
  • 1 1/2 chávenas de açucar
  • 6 ovos e 1 gema
  • Raspa de 2 limões
  • 1/4 chávena de Natas
  • 2 c. chá de extrato de baunilha
  • 1/2 pacote de bolachas Maria
  • 1/2 chávena de manteiga derretida
Coulis de frutos vermelhos
  • 1 chávena de amoras
  • 1 chávena de framboesas congeladas
  • 1 chávena de mirtillos
  • 3 c. sopa de açucar
Vinho frizante de mirtillos
  • 1 garrafa de vinho frizante branco fresco
  • 1/3 chávena de mirtillos
  • 1/3 chávena de açúcar
  • 1/3 chávena de água
Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 170º

2. Barrar o fundo de uma forma de aro amovível e colocar na base papel vegetal. Picar a bolacha maria e juntar a manteiga de forma a obter um crumble consistente. Revestir o fundo da forma e levar ao forno por cerca de 10 minutos.

3. Num processador misturar a ricotta, mascarpone e açúcar e bater até obter um creme homogéneo. Com a máquina em funcionamento juntar os ovos e seguidamente a raspa de limão, a baunilha e as natas e deixar envolver bem.

4. Deitar a massa na forma e levar ao forno por cerca de 2 horas. Desligar o forno e deixar o cheesecake repousar por mais 30 minutos dentro do mesmo, até que abata. Deixar arrefecer completamente antes de desenformar.

Coulis  
5.  Para o coulis de frutos vermelhos, colocar todos os ingredientes num tacho e levar ao lume até ferver. Reduzir para lume médio/baixo e deixar reduzir por cerca de 30 a 40 minutos. Deixar arrefecer e servir por cima do cheesecake.

Vinho frizante de mirtillos
6. Num tacho colocar os mirtillos, a água e o açúcar e levar ao lume até ferver. Deixar em lume médio/baixo a reduzir por mais 10 minutos. No final escorrer o liquido para uma taça e deixar arrefecer.

7. Colocar 2/3 do xarope de mirtillos numa garrafa e juntar o vinho frizante. Servir com mais mirtillos e raminhos de tomilho limão. 




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 Su


Um passeio por Genebra


{A walk in geneva}


Quando as rotinas imperam no nosso dia a dia e temos hora certa para tudo, poder passar um fim de semana sem horários ou deveres é um daqueles pequenos prazeres que nos deixa absolutamente extasiados.
E este foi precisamente um deles.
*
When routines are a necessity in our day to day and we have a schedule for everything, to spend a weekend without schedules or duties is one of those small pleasures that leaves us absolutely ecstatic.
And this was precisely one of them.

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{Film Photography by Nuno Ribeiro developed and scanned at Carmencita Film Lab



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 Su

Pão entrançando de pesto... e a minha intuição


{Pesto Bread ... and my intuition}


Quando decidi, pela primeira vez que queria fazer pão caseiro, desconhecia por completo a verdadeira essência de fazer pão. 
*
When I decided, for the very first time, I wanted to make homemade bread, I was completely unaware of the true essence of making bread.

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Muitos pães fiz desde então e ainda hoje mantenho a esperança de que, com o sangue de padeira da minha avó que me corre nas veias, me venha a tornar eximia na arte da confeção de pão. Contudo, neste momento, estou longe de o ser. 

Já dei por mim a falhar inúmeras vezes nas minhas tentativas de confecionar pães, sejam normais, integrais, grandes, pequenos ou rústicos. Farinha a mais, fermento a menos, a levedura que não correu bem, a textura que não saiu de todo como esperado. Faz parte também do ciclo de aprendizagem falhar. 
E a verdade é que, ao fim de tantas tentativas falhadas, creio começar agora a perceber um pouco melhor daquilo que faz de uma massa, um bom pão. 
 *
Many breads I have made since then and I still have hopes that, with the baker blood of my grandmother running in my veins, I will excel myself in the art of bread confection. However, at this point, I am far from being so.

 I have found myself failing numerous times in my attempts to bake bread, normal, whole, large, small or rustic. Too much flour, not enough yeast, the rising that did not go well, the texture that did not came out at all as expected. It is also part of the learning cycle to fail.
And the truth is that after so many failed attempts, I now begin to understand a little better of what makes a dough a good bread.

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E foi assim que esta massa se revelou como que um ponto chave nesta minha escalada de aprendizagem. Algumas técnicas que decidi, mais por intuição do que outra coisa, que deveria usar e que aparentemente resultaram e muito bem. 
O que me leva ao ponto essencial deste texto. Devemos sempre seguir o que nos diz a nossa própria intuição. Ainda que ela possa ir contra tudo aquilo que nos é dito, que possa ser diferente das crenças comuns, por vezes é ela que melhor nos guia nas nossas decisões.  
*
And that is how this dough has become an overturn in this learning path of mine. Some techniques that I decided, most out of intuition than anything else, I should use and which have apparently resulted and very well.
Which brings me to the essential point of this lines. We must always follow what our own intuition tells us. Although it can go against everything we are told, or even be different from all common beliefs, sometimes it is what better guides us in our decisions.

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Quanto a este pão, estou certa que a minha querida avó aprovaria.
*
As for this bread, I’m positive that my dear grandma would have approved it.

{Fotografias em película de Nuno Ribeiro digitalizadas por Carmencita Film Lab}
{Film photography by Nuno Ribeiro developed and scanned by Carmencita Film Lab}

Ingredientes


Massa
  • 160 ml leite
  • 20 gr de fermento fresco
  • 1/2 c. chá de açucar
  • 300 gr farinha
  • 30 ml óleo
  • 2 c. chá de sal
Pesto
  • 1 punhado de folhas de mangericão fresco
  • 1 dente de alho
  • 40 gr de queijo da ilha ralado
  • 1 malagueta finamente picada
  • 1 c. sopa de nozes pecans
  • 80 ml de azeite
  • Sal
  • Pimenta

Preparação

1. Dissolver o fermento no leite morno com o açucar e  deixar repousar. Juntar à farinha com o sal e o óleo e amassar bem. Cobrir e deixar repousar cerca de 1 hora.

2. Para o pesto, colocar todos os ingredientes, exceto o queijo, num robot de cozinha e picar. No final juntar o queijo e misturar mais um pouco. Retificar os sabores a gosto. 

3. Numa superfície enfarinhada, estender a massa com um rolo num retângulo. Com a ajuda de uma colher espalhar o pesto por cima da massa.

4. Enrolar no sentido longitudinal. Com uma faca bem afiada cortar ao meio, também longitudinalmente, de forma a ficar com 2 metades. Colocar num tabuleiro de forno com as partes abertas voltadas para cima e entrançar ambas uma na outra.

5. Levar ao forno a 180º cerca de 30 minutos ou até ficar dourado. 


Receita original daqui

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 Bom apetite, Su


Pasteis de coelho e ervilhas... e uma simpática vizinha.


{scroll down for english version}


A senhora dona ovelha é uma vizinha encantadora.
*
The lovely Mrs sheep is a charming neighbor.

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Passeia-se entre os verdes da erva e das árvores com que coabita, olhando-nos sempre de esguelha e do alto do seu sobrolho, como que desconfiada de quem lá vem. Cumprimentamo-la, sempre de forma cordial, a ela e aos seus companheiros de pastagem e, como bons vizinhos que somos, levamos-lhe ocasionalmente um ou outro mimo {desta vez umas belas ervilhas frescas} que ela teima em não aceitar.

Temos esperança que esta relação se aprofunde com o tempo.
*
She strolls among the green of the grass and trees with whom she cohabitates, always watching us sideways from the very top of her frowned brow, as if suspicious of who comes along. We greet her, in an always cordial manner, as well as her companions of pasture and as good neighbors that we are, we take her occasionally a treat or two {this time beautiful fresh peas} that she insists on not accepting at all.

We are hoping that this relationship deepens within some time.

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Por vezes, nos dias em que o calor se faz sentir de forma excecionalmente agravante, deixa-se apenas ficar refastelada na pequena sombra que a oliveira lhe dá e prossegue com a sua inquisição à relva com a demora própria de quem por ali vive. 
Outros dias há em que, juntamente o senhor dom pato, seu compincha de cantorias, se passeiam em ritmo certo enquanto cantarolam numa linguagem que nos aquece a alma e o coração. Verdadeiros amigos estes dois.
*
On occasion, in those days when the heat is felt in an exceptionally aggravating way, she allows herself to just stay sprawled on the small shadow that the olive tree gives her and continues its grass Inquisition with the delay proper only to those who live there.
Some other days, along with her singing pal, mister duck, they ride on their rhythm while chanting in a very own language that warms our souls and hearts. True friends those two.

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Prosseguimos o nosso caminho, completamente ignorados, esperando encontrar a senhora dona ovelha num outro dia de melhor humor. As ervilhas, essas, retornam connosco e rumamos à nossa pequena horta que já vai dando ares da sua bela e grandiosa graça {graças a um sogro muito especial} . Ainda não temos ervilhas, mas temos alfaces belas e deliciosas e pensamos que talvez a nossa vizinha concorde.

Sim, talvez uma alface ou quem sabe uma maçã. Afinal os bons vizinhos são para estimar.
*
We continue our path, completely ignored, hoping to find the lovely Mrs sheep on some other day in a better mood. The peas return with us and we head to our small vegetable garden that is already showing some of that beautiful and great grace {thanks to a very special father-in-law}. We do not have peas still, but we have beautiful and delicious lettuces and we hope maybe our neighbor agrees.

Yes, maybe a lettuce or an apple, who knows. After all, good neighbors must be esteemed.

{Fotografias em película de Nuno Ribeiro digitalizadas por Carmencita Film Lab}
{Film photography by Nuno Ribeiro developed and scanned by Carmencita Film Lab}

Ingredientes


Para a massa
  • 50 gr manteiga
  • 20 gr azeite
  • 100 gr água
  • 270 gr farinha
  • 1 pitada de sal
Recheio
  • 4 partes de coelho (pernas e/ou peito)
  • 1 cebola
  • 1 chávena de ervilhas frescas
  • 1 dente de alho
  • 1 fio de azeite
  • 1 c. sopa de farinha
  • 2. c. sopa de leite
  • 1 c. chá de folhas frescas de tomilho limão
  • 1 c. chá de folhas frescas de alecrim
  • 3 folhas de salva picadas
  • 3 folhas de hortelã picadas

Preparação

1. Para a massa, misturar a farinha, o sal e a água e juntar o azeite e a manteiga derretida. Amassar bem e deixar descansar por 1 a 2 horas.

2. Num tacho, colocar a cebola picada com o azeite e deixar alourar em lume médio. Quando a cebola começar a crepitar juntar o alho picado. Juntar o coelho e deixar dourar a carne, virando quando necessário.

3. Juntar as ervas picadas e as ervilhas e deixar cozinhar com o tacho tapado cerca de 20 a 30 minutos. 

4. Retirar o coelho e desfiar a carne o melhor possível. Voltar a juntar o coelho desfiado e, em lume brando, adicionar a colher de farinha e mexer bem. Juntar o leite para se formar uma espécie de creme. Retirar do lume e deixar arrefecer.

5. Estender a massa com um rolo e cortar circulos para fazer os pasteis. Rechear com o coelho e dobrar formando meias luas, fechando bem cada um.

6. Levar ao forno pré-aquecido a 180º até que os pasteis fiquem dourados. 




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 Bom apetite, Su


09 10