O Que Esperar do Primeiro Ano Escolar: A Realidade

Atualizado: 28 de Mar de 2019


What to Expect from School's First Year: the Reality



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Este ano o Rafael já irá frequentar o segundo ano escolar, mas lembro-me da ansiedade e antecipação que quer nós enquanto pais, quer o Rafa enquanto criança então já crescida, sentimos.

Gostava muito de ter lido um testemunho sobre o que esperar do primeiro ano, com a realidade de tudo o que é bom e menos bom de forma a poder de alguma maneira preparar-me para o que aí viria. E mesmo sabendo que cada criança é um caso diferente, a verdade é que acho que existem muitos pontos em comum sobre aquilo que é expectável do início da vida escolar.

Continuem a ler se pretendem conhecer a nossa experiência e alguns dos meus conselhos para que esta fase se torne menos stressante e a adaptação da criança seja o mais suave possível.

Como bónus, no final do artigo podem ainda participar num Giveaway perfeito para este início ou regresso às aulas.

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This year Rafael will attend the second year of school, but I remember the anxiety and anticipation that both we as parents, and Rafa as a child already grown, felt.

I really had enjoyed reading a testimony about what to expect from the first year, with the reality of all that is good and less good so that I could somehow prepare myself for what was to come. And while knowing that each child is a different case, the truth is that I think there are many commonalities about what is expected of early school life.

Continue reading if you want to know our experience and some of my advice so that this phase becomes less

stressful and the child's adaptation is as smooth as possible.

EXPECTATIVAS / EXPECTATIONS

Nem todas as crianças lidam da mesma forma com a ida para a primeira classe. Uns há que ficam verdadeiramente entusiasmados e ávidos de começar, outros por seu lado ficam ansiosos, preocupados e até algo angustiados. O Rafa inclui-se no segundo o que acabou por me deixar a mim também ainda mais ansiosa.

Uma das razões de isso ter acontecido deveu-se a um erro que nós pais cometemos: em várias ocasiões durante o ano anterior colocávamos expectativas sobre a primeira classe. Coisas que a nós sempre nos pareciam inofensivas mas que acabaram por gerar grande antecipação na cabeça dele. Exemplos como "Para o ano já vais para a primeira classe e já vais ser muito crescido" ou "Vais aprender a ler e a escrever como os grandes" que a nós nos soavam apenas a um incutir de responsabilidade eram, no entanto, recebidos por ele como algo semelhante a "vais deixar de ser criança" ou "vais deixar de poder brincar" o que inevitavelmente acabou por se tornar um pouco assustador. Afinal o medo da mudança está presente em todos os seres humanos e nas nossas crianças também.

Hoje aconselho antes a desmistificar o "monstro" da primeira classe incutindo a responsabilidade acrescida que terão mas, ao mesmo tempo, tranquilizando-os de que poderão continuar a brincar e ser crianças e a fazer tudo aquilo de que gostam.

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Not all children deal in the same way with going to first class. There are some who are genuinely enthusiastic and eager to get started, others on the other hand are anxious, worried and even somewhat distressed. Rafa is included in the second, which has made me even more anxious.

One of the reasons this happened was due to an error that we parents made: on several occasions during the previous year we placed expectations on the first class. Things that always seemed harmless to us, but which eventually led to great anticipation in his mind. Examples such as "Next year you're going to the first class and you will already be very grown" or "You will learn to read and write like the big ones" that to us only sounded an instill of responsibility but to him were nevertheless received as something like "you're going to stop being a child" or "you're going to stop playing" which inevitably turned out to be a bit scary. After all, the fear of change is present in every human being and in our children as well.

Today I would advise you to demystify the first-class "monster" by instilling the increased responsibility they will have, but at the same time reassuring them that they can continue to play and be children and do everything they like.


APRENDIZAGEM / LEARNING

Uma vez mais cada caso é um caso e eu tenho a opinião de que o nosso ensino está mal formulado para as nossas crianças. Se por um lado elas são verdadeiras esponjas, por outro é através da brincadeira e imaginação que mais aprendem - são os especialistas que o afirmam e também aquilo que tenho experienciado com os meus 3 filhos - e por isso o método puro e duro da memorização não me parece o mais eficaz ou aliciante.

Ainda assim é o que é e a nós resta-nos tentar ajudá-los da melhor forma que conseguimos. Felizmente a professora do Rafa não era daquelas que enviava TPC's todos os dias para casa - graças a Deus já que com 3 filhos pequenos que não estão na mesma fase e horários complexos tornar-se-ia verdadeiramente um suplício se assim fosse. E nem sequer somos uma família daquelas em que os filhos têm imensas atividades extra escola o que, imagino, seja ainda mais complicado.

Os TPC's vinham duas vezes por semana: um dia da semana e para o fim-de-semana. E ainda bem porque deve e tem de haver tempo e espaço para que eles possam continuar a brincar.

Inicialmente é um desafio que eles se acostumem a fazer os trabalhos de casa. São crianças que vêm do jardim de infância e que estão agora, de forma abrupta, a aprender que têm de estar sentados a uma mesa a fazer algo que pode nem sempre ser divertido ou prazeroso para eles. A juntar a isso soma-se o facto de nem sempre a aprendizagem ser pacífica porque há crianças que demoram mais tempo a aprender a fazer as letras ou a ler.

Cá em casa a minha abordagem sempre foi a de tentar tranquilizá-lo e dar-lhe apoio mas transmitir-lhe que esta é uma responsabilidade dele. Uma das formas era perguntar todos os dias se tinha TPC's - ainda que eu soubesse sempre já que via os cadernos dele - pois desta forma passava-lhe a responsabilidade a ele de saber se tinha ou não uma tarefa para fazer. No final do ano já não era necessário perguntar.

Nas primeiras letras do ABC dava-lhe algum apoio como por exemplo escrever a letra com a mão dele para que se fosse habituando ou ajudando na leitura. Inicialmente foi um processo um pouco complicado porque o que a nós nos parece óbvio, para eles não o é. Houve dias de birras porque ao fim de 5 minutos ele aborrecia-se de estar sentado a fazer letras ou a tentar ler e a verdade é que nem sempre a paciência me assistia como seria desejável. Por vezes a preocupação tomava conta de mim e pensava mesmo se ele algum dia iria conseguir aprender e fazer o que era suposto. E inevitavelmente esse sentimento tornava-me ainda mais ansiosa.

A verdade é que tive sorte e o Rafa foi um aluno que aprendeu as letras e a leitura muito rapidamente e o processo tornou-se bastante mais pacífico. Mas lembro-me de que, na reunião após as férias de Natal, se falar em casos de meninos que antes das férias pareciam completamente estagnados na aprendizagem e ao regressar, do nada, o clique fez-se. E segundo a professora isso á algo muito comum.

Por isso o conselho que deixo é: apoiem-nos de forma a que se sintam seguros e acompanhados mas incutam-lhes a eles a responsabilidade. Na minha opinião a mala é deles, o material é deles e o dever de saber se têm TPC's também é deles e não dos pais.

Ajudem-nos - sobretudo na fase inicial - mas não desesperem quando o colega da mesa já souber ler tudo e o vosso não. Cada criança tem o seu tempo e momento e, salvo excepções, tudo irá surgir naturalmente e tanto melhor quanto menos stress sentirem. Nas exceções a professora saberá identificar e falará com os pais de forma a resolver eventuais problemas que possam existir.

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Once again each case is a case and I have the opinion that our teaching is poorly formulated for our children. If on the one hand they are true sponges at this age, on the other hand it is through the play and imagination that they learn the most - it is the experts who affirm it and also what I have experienced with my 3 children - and that is why the pure and hard method of memorization doesn't seem to me the most effective or appealing.

Yet it is what it is and we have to try to help them the best we can. Luckily Rafa's teacher was not one who sent homework every day - thank goodness since with 3 young children who are not in the same phase and complex schedules it would become truly a torture if that were the case.

The homework came twice a week: one day of the week and for the weekend. Initially it is a challenge for them to get used to doing their homework. They are children who come from kindergarten and are now, abruptly, learning that they have to be seated at a table doing something that may not always be fun or enjoyable for them. Adding to this is the fact that learning is not always peaceful because there are children who take longer to learn how to read or write.

At home my approach has always been to try to reassure and support him but to convey to him that this is his responsibility. One of the ways was to ask him every day if he had homework - even though I always knew since I saw his school book - because in this way I handed him the responsibility of knowing whether or not he had a task to do. By the end of the year it was no longer necessary to ask.

In the first letters of the ABC I gave him some support like for example to write the letter with his hand so that he became accustomed or helping in the reading. Initially it was a rather complicated process because what we find obvious, for them it isn't so. There were days of tantrums because at the end of 5 minutes he was bored sitting of making letters or trying to read and the truth is that patience did not always came to me as it would be desirable. Sometimes the worry took over me and I wondered if he would ever learn and do what he was supposed to do. And inevitably this feeling made me even more anxious.

The truth is that I was lucky and Rafa was a student who learned the letters and the reading very quickly and the process became much more peaceful. But I remember that in the school meeting after the Christmas holidays, some parents talked about cases of children who before the holidays seemed completely stagnant in learning and when returning, out of nowhere, the click was made. And according to the teacher this is something very common.

That is why the advice I leave you is: support them in a way that makes them feel safe and accompanied but instills responsibility for them. In my opinion the backpack is theirs, the material is theirs and the duty to know if they have homework is also theirs and not their parents.

Help them - especially in the initial phase - but do not despair when the colleague at the table next to them already knows how to read everything and yours does not. Every child has their own time and moment and, with exceptions, everything will come naturally and the better the less stress they feel. In the exceptions the teacher will be able to identify and talk with the parents in order to solve any problems that might exist.



AS REGRAS / THE RULES

Ah as regras! Como ensinar a uma criança, de um momento para o outro, que agora tem de estar sentadinha durante horas seguidas a uma carteira ao lado de um amiguinho com o qual não pode falar, que precisa de levantar o braço para falar, que tem de cumprir as regras da sala de aula, que não pode beber água ou ir à casa de banho sempre que lhe apetece...

Enfim, as regras são algo absolutamente essencial na educação e disciplina de uma criança mas a verdade é que esta transição é verdadeiramente de um momento para o outro e pode ser uma luta conseguir que eles aprendam a respeitar e cumprir as regras.

No caso da classe do Rafa, a professora começou por usar um quadro de cores - julgo que é comum nas escolas - e basicamente eles recebem uma cor todos os dias consoante o seu comportamento - azul, verde, amarelo, vermelho e preto. Neste processo encontrei uma ótima oportunidade para o ensinar a dizer a verdade mas também para o ensinar como ajudar os outros.

Perguntava-lhe a cor que tinha tido e dizia-lhe que queria que me dissesse sempre a verdade mesmo que eu pudesse ficar chateada. Inicialmente era mais amarelos e vermelhos, mas como sabia que era um processo em construção procurava transmitir-lhe que era importante que tentasse ter o verde ou o azul e que se esforçasse para isso. Foi um processo mais lento, claro que havia castigo quando considerava que havia muitos vermelhos ou amarelos, mas procurei usar o bom senso e no caso dele também havia bom feedback da aprendizagem pelo que não seria justo castigá-lo cegamente com base nas cores.

Algo que fazia era avisá-lo atempadamente do castigo que teria caso houvesse 1 vermelho na semana. Obviamente que lhe dizia que preferia que fosse ele a contar-me a eu ter de falar com a professora e que acabaria sempre por saber a verdade e a verdade é que ele nunca me escondeu as cores más que tinha. Mas notava que o facto de ele saber à partida qual seria o castigo era uma forma melhor de ele próprio lidar com a frustração do que dizer-lhe apenas depois de ele me dizer a cor.

Optei sempre por falar e explicar-lhe que na sala tinha de cumprir as regras - por vezes em conversas lúdicas outras em jeito de autoridade e voz mais zangada - e tentei que a obtenção das cores de bom comportamento fossem um objetivo mais seu do que nosso.

Não é de todo um menino problemático mas também está longe de ser exemplar em comportamento pelo que esta é uma luta que continuaremos a travar diariamente - na escola, em casa e basicamente em todo o lado.

O Rafa, tal como as manas, sempre foi um menino muito enérgico e com muita vida pelo que imagino o quão complicado deva ser para ele cumprir as regras de bom comportamento. Obviamente que continuo a insistir nesse ponto e mais importante ainda para mim é saber que ele é respeitador e que ajuda os outros quando precisam, que sabe demonstrar compaixão pelos amigos e que não é mal-educado.

Naturalmente o Rafa tem características da personalidade que fizeram com que a minha abordagem funcionasse mas pode não ser o caso com outras crianças. O meu conselho é que tenham paciência e não esperem que tudo aconteça instantaneamente porque demora o seu tempo e que avaliem qual a melhor abordagem consoante as suas próprias personalidades e características.

*

Oh the rules! How to teach a child, from one moment to the next, that he now has to sit for hours at a desk next to a little friend with whom he can't speak, who needs to raise his arm before speaking, who has to comply the rules of the classroom, who can't drink water or go to the bathroom whenever he feels like ...

Well, rules are something absolutely essential in the education and discipline of a child but the truth is that this transition is truly from one moment to another and it can be a struggle to get them to learn to respect and abide by the rules.

In the case of Rafa's class, the teacher began by using a color chart - I think it is common in schools - and basically they received a color every day depending on their behavior - blue, green, yellow, red and black. In this process I found a great opportunity to teach him to always tell the truth but also how to help others.

I asked him the color he had had and I told him that I wanted him to tell me the truth even if I might become upset. Initially it was more yellows and reds, but as I knew it was a process under construction I tried to convey to him that it was important that he tried to have the green or the blue and to make an effort for it. It was a slow process, of course there was punishment when I thought there were many reds or yellows, but I tried to use common sense and in his case there was also good feedback from learning so it wouldn't be fair to punish him blindly based solely on colors.

Something I did was warn him in a timely manner of the punishment he would have in case of a red one in the week. Obviously I told him that I would prefer him to tell me rather than me having to speak to the teacher and that I would always know the truth and honestly he never hid the bad colors he had from me. But I noticed that the fact that he knew beforehand what the punishment would be was a better way for him to deal with his frustration than to tell him only after he told me the color.

I always chose to speak and explain him that in the classroom he needed to comply with the rules - sometimes in playful conversations and others with authority and an angry voice - and I tried that obtaining colors of good behavior was his goal more than ours.

He is not at all a problematic kid but he is also far from and example when it comes to god behaviour so this is a struggle that we will continue to have on a daily basis - at school, at home and basically everywhere.

Rafa, like his sisters, has always been a very energetic and very lively boy so I imagine how complicated it must be for him to comply with the rules of good behavior. Obviously I continue to insist on this point and, more importantly for me is to know that he is respectful and that he helps others when they need to, that he shows compassion for his friends and that he is not rude.

Of course, Rafa has personality traits that made my approach work but that might not be the case with other kids. My advice is to have patience and to not expect everything to happen instantly because it takes time and to evaluate the best approach to suit your own kids personalities and characteristics.



O MATERIAL / THE MATERIAL

O material escolar é algo que é absolutamente importante e essencial para o sucesso escolar de uma criança, que não restem dúvidas nenhumas.

Neste ano que passou aprendi algumas lições importantes no que se refere à escolha do material como os cadernos, lápis, etc.

Preparem-se para que os lápis desapareçam num ápice já que eles vão tornar a atividade de afiar lápis no seu desporto favorito. E claro depois são as borrachas que também desaparecem como por magia. Faz parte estas pequenas componentes desaparecerem muito rapidamente e não adianta muito a questão da identificação do nome.

Mas o que realmente é importante é a escolha de bons cadernos. É neles que eles vão escrever as suas primeiras letras e palavras e, na prática, são neles que ficarão registados os primeiros momentos tão cruciais da sua aprendizagem.

O ano passado cometi o erro de não pesquisar bem as características dos cadernos e acabei por comprar os primeiros que me apareceram à frente. O resultado foram cadernos com as capas completamente dobradas na mochila, e muitas folhas estragadas com o número de vezes que as letras são apagadas e reescritas.

Este ano com a lição aprendida sei que é absolutamente essencial cadernos de boa qualidade e resistentes que estejam à altura das pequenas mãos ávidas de escrever e explorar o mundo das letras e números.

Eles escrevem com a mão muito pesada quando estão a aprender carregando muito no lápis - chegando mesmo a partir os bicos frequentemente-, eles apagam vezes sem conta e voltam a escrever, eles guardam os cadernos na mochila em maratona na vontade de correr para o recreio o que faz com que as capas fiquem dobradas e danificadas.

E por isso o meu conselho é que apostem em bons cadernos como os cadernos Oxford com grande resistência e grande durabilidade. As capas de plástico agrafadas são resistentes e têm uma tecnologia - Openflex - que permite abrir totalmente o caderno para escrever com comodidade e voltar a fechá-lo de forma a que permaneçam fechados - o que acreditem faz muita diferença.

Além disso a qualidade do papel é realmente boa e capaz de resistir às mãozinhas mais ferozes na hora de escrever ou desenhar.

Além das várias cores além do preto disponibilizadas nos diferentes formatos de cadernos, há ainda uma opção de caderno preto com bandas de cores na capa e folhas que permite distinguir de forma rápida e muito prática as diferentes disciplinas (p.e. o verde para Português e o laranja para Matemática). Não sendo nesta fase ainda necessário vários cadernos, achei esta característica fantástica e um modo de organização excelente.

E não só opto por estes cadernos para ele como também para as irmãs que, apesar de ainda estarem no jardim de infância, também adoram desenhar e vão já começando a escrevinhar as primeiras letras.

Aproveito sempre a hora dele fazer os trabalhos de casa para elas poderem dar asas à sua criatividade - e de certa forma vou também já tentando incutir-lhes a noção do momento dos TPC's de forma a que possa ajudar quando for a vez delas - e por isso considero que bons cadernos de boa qualidade e resistência são essenciais.

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School material is something that is absolutely important and essential for the success of a child's performance at school, let it be no doubt.

This past year I learned some important lessons in choosing the material such as notebooks, pencils, etc.

Get ready for pencils disappearing super fast as they will turn the pencil sharpening activity in their favorite sport. And of course there's are the rubbers that will disappear as if by magic. These small components disappear very quickly and the question of name identification doesn't go far enough.

But what really matters is the choice of good notebooks. It is in them that they will write their first letters and words and, in practice, are in them that will record the first so crucial moments of their learning.

Last year I made the mistake of not searching well enough the characteristics of the notebooks and I ended up buying the first ones that I saw. The result was notebooks with the covers completely folded in the backpack, and many sheets spoiled with the number of times the letters are erased and rewritten.

This year, lessons learned, I know that it is absolutely essential to have good, resistant notebooks that live up to the little hands that are eager to write and explore the world of letters and numbers.They write with a very heavy hand when they are beginning to learn so they put lots of pressure in the pencil - to the point even they break frequently -, they delete times without count and they rewrite, they save the notebooks in the backpack in some marathon in the will to run for the recess which causes the covers to be folded and damaged.

And so my advice is to bet on good notebooks like Oxford notebooks with great strength and great durability. The stapled plastic covers are sturdy and have a technology that allows you to fully open the notebook to write comfortably and close it again so they remain closed - which trust me makes a big difference.

Besides the paper quality is actually great and capable of resisting to the most eager hands when it comes to write or draw.

In addition to the various colors besides black available in the different formats of notebooks, there is also an option of black notebook with bands of colors on the cover and sheets that allows to distinguish quickly and very easily the different disciplines (eg. green for Portuguese and orange for Mathematics). Not a request at this stage, I found this feature fantastic and an excellent organization method.

And I not only opt for these notebooks for him but also for his sisters who, even though are still in kindergarten, also love to draw and are already beginning to write the first letters.

I always take his time of homework so the girls can also flaunt their creativity - and in a way I'm also trying to instill in them the notion of homework time so that it may help when it's their turn - and so I think that good quality notebooks is essential.




GIVEAWAY (PT ONLY)

E para começar o ano da melhor forma, está a decorrer um giveaway no meu instagram onde poderão habilitar-se a ganhar 1 dos 3 kits de cadernos Oxford que incluem 4 cadernos A4 e 3 cadernos A5 com tecnologia OpenFlex.

Para isso deverão:

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