Vestido cruzado de folhos e feitios difíceis nas mulheres

Wrap around dress with frills and complicated characters in women


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Sou e sempre fui uma pessoa com uma personalidade forte e vincada. Sempre expressei as minhas opiniões e crenças de forma assertiva e sempre fui tida pelas pessoas à minha volta como 'mandona'.

Lembro-me que, no ínicio da minha carreira, numa formação de soft skills (ou atributos pessoais como traços de personalidade ou capacidades sociais) no final da formação, numa avaliação final foi-me dito algo que nunca mais esqueci. Era uma formadora do sexo feminino e ao perguntar-me a minha autoavaliação eu, de forma um pouco defensiva, disse (como disse tantas vezes noutros contextos) que sabia que era um bocadinho mandona como que a esperar uma avaliação mais fraca por causa disso. E foi nesse momento que ela me disse para eu nunca me desculpar em relação a isso porque, sendo um homem essa capacidade era vista como liderança, ao passo que numa mulher era descrita dessa forma e até como algo pouco positivo. E que eu não devia nunca me deixar ser intimidada por isso.


Aquele momento foi realmente elucidativo para mim e, na verdade, as mulheres com que me cruzei ao longo da vida, quer profissionalmente quer em relacionamentos pessoais incluindo família, que demonstravam estas características eram sempre descritas, aqui e ali, de formas mais diminutivas que de alguma maneira as depreciava.


Eu cresci numa família de mulheres fortes e destemidas. Trabalhadoras, independentes e destemidas, com "pêlo nas ventas". E sempre me orgulhei disso.

E talvez porque agora tenho filhas, isso tornou-se ainda mais importante para mim. Porque quero que elas saibam que, mais do que poderem ser aquilo que quiserem ser, elas têm o direito a ser como são. E têm todo o direito a ser amadas e respeitadas seja qual o for o feitio delas na mesma medida em que elas amarem e respeitarem a pessoa que escolherem.

Quero que todos eles, os 3, saibam respeitar os outros em igual medida e que exijam esse mesmo respeito de volta. E tanto eu como o pai damos este tipo de exemplo numa base diária para que eles sintam sempre que existe verdadeiramente igualdade de género dentro da nossa casa. E isso passa por muito mais do que apenas partilha de tarefas domésticas. Passa pelo respeito mútuo a todos os níveis nos detalhes mais subtis que são muitas vezes aqueles que ficam retidos como exemplos na memória.


Para que saibam que todos eles são dignos de ser respeitados e amados, independentemente de tudo o resto, "no matter what".


*

I am and have always been a person with a strong and creased personality. I have always expressed my opinions and beliefs assertively and have always been held by the people around me as 'bossy'.

I remember that at the beginning of my career, in a soft skills training (or personal attributes such as personality traits or social skills) at the end of the training, in a final assessment I was told something that I never forgot. She was a female trainer, and in asking me my self-assessment, I said, in a defensive kind of way (as I've done in so many other situations), I knew I was a little bossy as if expecting a weaker assessment because of it. And that was when she told me never to apologize about it because, being a man, that ability was seen as leadership, whereas in a woman it was described in that way and even as something less positive. And that I should never let myself be intimidated by it.


That moment was really enlightening to me, and in fact, the women I came across throughout my life, both professionally and in personal relationships including family, who demonstrated these characteristics were always described here and there in more diminutive ways than somehow belittled them.


I grew up in a family of strong and fearless women. Hard-working, independent and fearless, with assertive feelings. And I was always proud of it.

And maybe because I now have daughters, this has become even more important to me. Because I want them to know that, more than having the right to be whatever they want to be, they have a right to be as they are. And they have every right to be loved and respected whatever their character is to the same extent that they love and respect the person they choose to be with.

I want all three of them to be able to respect others in an equal form and to demand that same respect back. And both their father and I give these examples on a daily basis so that they always feel that there is truly gender equality within our home. And that goes for much more than just housework sharing. It involves mutual respect at all levels in the most subtle details that are often those that are retained as examples in memory.


To let them know that they are all worthy of being respected and loved, regardless of everything else, no matter what.












・wearing・

Mango dress | Zara sandals (old) & bag (old)



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